Meu iPhone estava com o sinal de chegada de mensagem muito baixo, inaudível.
Solução: desliguei o aparelho e liguei de novo. O som voltou ao normal. Só isso.
Tudo o que acho interessante quero compartilhar.
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domingo, 12 de junho de 2016
quinta-feira, 5 de maio de 2016
A água
Sinto-me
como se eu fosse água em estado líquido, que se apoia no leito do rio, e, que quando perde o apoio, cai, em forma de cascata. Que consegue se elevar quando
passa ao estado gasoso, mas que passando novamente ao estado líquido, tem nova
queda em forma de chuva. Espero poder, cada vez mais, ficar em estado gasoso
para permanecer em plano superior.
sábado, 2 de abril de 2016
Regulador de gás com manômetro não funciona como se espera.
Adquiri
um regulador de gás, com manômetro, sem ter visto o vídeo indicado ao final desta postagem. Então, quando
chegou, instalei num botijão em uso e não deu para ter uma boa ideia do
funcionamento, pois marcou mais ou menos no meio. Quando acabou o gás, ao
instalar no botijão cheio, o marcador foi a 100%. Fui observando o uso e vi que
ia baixando, até marcar que estava acabando.
Quando
troquei o gás, vi que o botijão cheio marcava apenas 75%. Então liguei para o
fornecedor e ele enviou um funcionário com uma balança. Fez a pesagem e disse
que estava tudo certo com o conteúdo do botijão. Aí começou a me dar uma aula
sobre o funcionamento do regulador.
Meio
descrente, mas aceitando mais ou menos a explicação dele, procurei o site do
fabricante do regulador para reclamar. Porém, antes de encontrar o site do
fabricante, encontrei, sem estar esperando, este vídeo onde o apresentador
explica porque o regulador com manômetro não funciona. Engraçado é que, no
vídeo, o apresentador fala exatamente o que o funcionário da fornecedora de gás
me falou.
Resumo:
cheguei à conclusão que fiz uma despesa sem necessidade. Paguei 85 reais no
regulador, quando poderia ter comprado um regulador comum por 25 reais.
A
única vantagem que vi no que comprei, é que ele é bonito, chama a atenção e é
bem fácil de enroscar no botijão. A validade dele é para cinco anos. Quando
vencer, vou voltar para um normal. O controle do gás, eu já fazia numa agenda,
continuo e continuarei fazendo; é mais confiável. Quem sabe, passarei a usar
uma balança, pois esta também é confiável.
link para o vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=FYPro8HuLv4
quinta-feira, 14 de janeiro de 2016
Jesus ensina o correto, mas alguns insistem em fazer ao contrário.
Jesus
ensina o correto, mas alguns insistem em fazer ao contrário.
“Com
pulseira da Bola de Ouro e terno do Neto, Wendell Lira chega ao Brasil”. Este é
o título de matéria de um jornal, relativo à premiação dada ao jogador de
futebol brasileiro.
Após
ter sido escolhido pela Fifa – Federação Internacional de Futebol como o
jogador que fez o gol mais bonito do ano 2015, o jornal noticia o fato, mas faz
questão de ressaltar, na mesma nota, que o terno que ele usou para receber o
prêmio foi doado, porque o atleta é humilde, para não dizer pobre, e sem
condições de comprar a roupa.
Em
vez de só ressaltar a conquista do jogador e deixá-lo brilhar com o feito, quem
sabe até abrindo chance para uma contratação por algum time de renome, podendo
fazer carreira e ficar melhor financeiramente, como deve merecer, fazem questão
de empanar o seu brilho. Isto me fez lembrar a grande lição dada por Jesus
Cristo, a qual está descrita a seguir: “Uma história que é frequentemente
narrada e, embora não esteja registrada nas páginas dos Evangelhos, encerra um
ensino de relevante alcance. Diz que certa vez, estando Jesus Cristo caminhando
por uma estrada, em companhia dos seus apóstolos, deparou com o cadáver de um
cachorro, em adiantado estado de decomposição. Os discípulos afastaram-se
devido ao mau odor que dele exalava, ao passo que o Mestre fez o contrário;
caminhou em sua direção, abaixou-se, examinou-o e disse: “que belos dentes ele
tinha!”.”
sábado, 19 de dezembro de 2015
Como o ser humano é "inocente"!
Como o ser humano é “inocente”!
Sendo
humano, em muitas ocasiões já me comportei como “inocente”.
Assistindo
ao telejornal vi que, em algum lugar do planeta, pessoas se reuniram, estando
com máscaras no rosto e portando imitações de sabres de luz, comemoravam o
lançamento da mais nova versão do filme Star Wars – O despertar da força. Isso,
um dia após eu ter ido assistir ao filme, não por um desejo próprio, mas para
acompanhar, a esposa que se declara fissurada na série e ao neto dela, que ela
achou por bem dar a ele a chance de ver o filme no segundo dia após a estreia mundial,
feita com estrépito. Vi o filme e, sinceramente, não acrescentou nada em minha “inocente”
personalidade.
Dia
seguinte de madrugada, anúncio de que ia passar na tevê o filme: Hitchcock. Meu
interesse em assisti-lo foi logo despertado, pois apesar de estreado há certo
tempo, não o tinha visto ainda. Fiquei muito bem impressionado com a
personalidade do Diretor. E, consegui desfazer uma falsa imagem que me foi
passada dele, de que era mulherengo e se aproveitava das atrizes para conceder-lhes
o papel. Assunto este, explorado no programa Fantástico – da TV Globo -, que
pode muito bem ter sido tendencioso. Difícil saber.
Hitchcock
(o filme) tratou especificamente da história de como ele fez seu filme mais famoso:
Psicose. Um fragmento da biografia de Hitchcock, abrangendo apenas o momento do
desejo de fazer mais um filme em sua carreira; conseguir mais dinheiro para
continuar pagando suas contas pessoais; e convencer a empresa de cinema em acreditar
no sucesso, comprometendo-se esta que o filme seria mostrado ao público. Árdua
batalha vencida passo a passo pelo gênio da comunicação. Chamou-me bastante a
atenção, a parte da fiscalização dos bons costumes, exercida pelo órgão
governamental quanto ao filme. Esta não estava permitindo mostrar a cena do
esfaqueamento no box do banheiro, feita com maestria pelo Diretor. Inclusive, chamou-me
a atenção a cena, porque ele fez questão de dizer que não haveria um fundo
musical na cena, apenas ruídos apropriados à ela. Aí entrou a habilidade do
Diretor. Pediu uma conversa em particular com o fiscal dos bons costumes e
disse a ele que as cenas de amor, iniciais do filme, seriam feitas exatamente como
o fiscal houvera determinado, inclusive dando a ele a chance de ajudar da
dirigir tais cenas. Sapecou uns elogios à atividade do fiscal, elevando o seu
moral, e tudo o mais do filme ficou mil maravilhas.
Como
o ser humano é inocente!
(Malfatti, Antonio
Roberto)
quinta-feira, 25 de junho de 2015
Da leitura dinâmica à escrita dinâmica: dai-me paciência
Hoje quero compartilhar o título adotado acima, não originalmente por mim, mas encontrado na revista Veja, mais especificamente na coluna: Blogosfera e depois, pesquisado e encontrado em: http://veja.abril.com.br/blog/sobre-palavras/cronica/da-leitura-dinamica-a-escrita-dinamica-dai-me-paciencia/
Para facilitar sua leitura, não precisa buscar a revista ou o link. Reproduzo o texto abaixo, com o qual concordo plenamente.
ESCRITA DINÂMICA
Para facilitar sua leitura, não precisa buscar a revista ou o link. Reproduzo o texto abaixo, com o qual concordo plenamente.
ESCRITA DINÂMICA
O que se escreve com facilidade costuma ser lido com dificuldade, e vice-versa. Alguns autores já disseram isso com palavras variadas, mas não custa repetir.
A ideia acima traz na barriga, embutida lógica e inapelavelmente, esta outra: todo texto contém certa dose, que é variável mas nunca ausente, de dificuldade, trampo, pedreira. Quem vai encarar?
Se o trabalho de quebrar pedras não for feito pelo sujeito que escreve, sobrará para o que lê. E caso este também não esteja disposto a se desincumbir da tarefa – mas quem poderia culpá-lo? –, babau: mais um texto para a montanha de lixo textual em que chafurdamos.
Escrever exige paciência. Sim, há ocasiões – mágicas, deliciosas – em que o texto jorra na página-tela pronto e redondo, irretocável e cheiroso, parecendo desmentir tudo o que foi dito até aqui.
É só uma impressão de facilidade. Nem toda criação se dá de forma consciente e deliberada, durante a vigília. Ninguém sabe muito bem, nem o autor, as horas, meses, séculos de labuta subterrânea que um dia vão dar nessas erupções vulcânicas.
Escrever exige paciência, ou a paciência do leitor será posta à prova. E se é verdade que a cultura digital nos torna cada dia mais ansiosos, menos tolerantes, menos atentos, mais volúveis, não duvido que seja a velocidade da escrita, mais que a da leitura, o grande vilão da inteligência coletiva que nos espreita nas brumas do futuro imediato.
A leitura dinâmica foi uma invenção do século XX que levou aquele personagem de Woody Allen, tendo atravessado “Guerra e paz” em vinte minutos, a resumir assim o tijolão de Tolstoi: “É sobre uns russos”.
Resistimos bem até aí, fazendo, como se vê, piada de nossa própria tolice. Resistiremos à escrita dinâmica, essa invenção do século XXI?
domingo, 17 de maio de 2015
Rosa Amarela
Rosa amarela,
Quem te deu trela?
Você se “escabela”
Deixou de ser bela
Não é mais aquela
Ficou a sequela
Batendo biela
Com dor na canela
Só nova estação
Fará-te então
Um novo botão
Perfeita redenção
Nova ostentação
Profícua produção
Convite à transgressão
Lembre a predição
A cada estação
Ocorre a transição.
(Antonio Roberto
Malfatti.)
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